Baile de Mascaras 5

Eu sei, jurei nunca mais fazer isso
com ninguém, mas era tão pouco, só um momento de prazer. Quem pensaria nisso?
Você sempre sorrindo e nunca enxergando, quem apagou as luzes desse frigido
mexicano?
Caido no chão o sangue escorre suavemente
pelos seus cabelos, tens uns lábios tão doces, como foi leve toca-los. Pena que
não pude comer o jantar. Seus longos cabelos, como eram lindos, cachos e mais
cachos desprendiam de você, como a ironia do destino transformou em um bebe.
Somos todos
humanos, ou melhor, só você, eu sou aquilo que não desejaria nunca conhecer.
Mas és trouxa como esse crápula, gosta de deixar seduzir-se, como posso
resistir a tamanha idiotice quando o vejo parado, esperando por mim.
Atento-me
aos últimos detalhes das curvas ao seu redor, um saco com moeda e vou-me
embora. Que noite linda, quantas estrelas, quantos ainda terei que encontrar,
tolos imundo, porcos nojentos que tentam desesperadamente me manipular. Uns
ainda creem na ilusão de conseguir, mas por dentro são todos vermelhos,
apetitoso, fáceis de destruir. A recompensa e o prazer são ainda melhores.
Quem é
aquele novo bancário? Nossa daria um ótimo almoço. Esses homens importantes inúteis,
mal imaginam o que aconteceu com o querido filho do conde. Ficam tagarelando
sobre tudo e não sabem de nada.
Ele está se
aproximando. Olhos intensos, profundos. Esse cheiro. Preciso ir antes que me
descontrole.
Não posso
mais fazer isso, não posso. Veja quantas árvores floridas nesse jardim incrível.
Não posso, meus pensamentos estão confusos, preciso do meu irmão, mas ele está
viajando. Droga, malditos porcos que merecem morrer, malditos homens. Não vou
me desconcentrar, aquele só vai ser outra vitima com moedas para furtar.
Preciso de
um plano logo. Já sei, comemorarei meu aniversário e meu presente será seu
sangue escorrendo no chão.
A
corte convida você a comemorar o 18º aniversário da adorável filha do Rei, Alexandra
Mary.


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