Somos seres tão moldável que temos medo de tudo, medo até de entender do que temos medo. Mas acho q o maior medo é aquele do julgamento social, deixamos de fazer coisas que gostamos, de pensar o que queremos, por puro medo do que a sociedade vai dizer. Essa sociedade que não liga se você está bem ou mal, só se você se adequa a ela. Não somos bonecos, que seguem um roteiro, seguir essa sistemática só faz com que todos os nossos anseios sejam medo, sem coragem para viver.
Faz muito tempo que deixei de me importar com o que a sociedade vai pensar de mim. Busco ser sincera, não só comigo, mas com quem me cerca também. Talvez, aqueles que ainda são impregnados pelo veneno de uma sociedade que não entende a felicidade exposta serão os primeiros a te julgar, ou querer moldar seus valores. Mas já aprendi a muito, felizmente essas mazelas não me definem e hoje sou viva, sou real, concreta. Acredito no amor livre, esse amor liberto que felizmente é compreendido por nós, mas por outros já mais será. Esses dias me prendi nos paradigmas enxochos de uma doutrinação em ruínas. Mas você que diz conhecer o amor e não se ama, você, logo você, não existe. Eu existo. Eu persisto. Eu insisto. Eu consigo.


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